31 05
Looks / Moda

Poá no outono!

Por Diana Monteiro

E não é que o outono veio com tudo? Quem tá amando o frio delicioso que tá rolando levando a mão! \o/ E outra, existe felicidade melhor do que usar meias com sapatos e não suar? Época de tirar todos os sweaters e meias do fundo do armário e botar pra jogo! Por isso o look novo não poderia ser outro.

Sou do tipo de pessoa que usa a roupa até se desfazer… quando gosto muito de uma peça então, uso até não conseguir mais! rs Tenho esse vestido de poá da Zara por pelo menos 5 anos e lembro que paguei R$39,99 em uma liqui.

Adoro a cor dele que, dependendo da luz, varia entre o vinho e o marrom. Acho tão outonal! Carrega aquela nostalgia que a paleta de cor vintage da estação propaga, sabe? A moda é livre e uma excelente forma de nos expressarmos, e como praticamente tudo na minha vida tem uma história ou um tema, meus looks não poderiam seriam diferentes. Gosto do fato dele ser curto e ter mangas 3/4, pois mostra exatamente pro que veio, sempre uso ele nessa época!

Além da marcação abaixo do busto, o vestido tem a golinha arredondada em um discreto estilo peter pan e botões centralizados, elementos que adoro apostar! Afinal, acredito que os detalhes de uma determinada peça são primordiais pra quem adora o universo vintage.

Não sei vocês mas esse look não tem um q de aventureira? Pode ser a combinação das peças que me faz lembrar um pouco dos uniformes das escoteiras ou os looks teens do final da década de 1960, que adoro.

A mochila foi um grande achado! Comprei na Renner pra usar na viagem (clica aqui pra ver a série que tá rolando aqui no blog e no canal) e desde então não paro de usar. De couro ecológico, prática, do tamanho ideal pra levar em dia de produção e atemporal. As ferragens douradas dão um up, o que ajuda muito se usada com um look chic.

Meias até o joelho porque a felicidade está reinando por aqui… Amo o acessório e tenho uma vasta coleção. Escolhi uma canelada na cor off white pra contrastar com a estampa e criar um mood mais despojado, ‘de campo’.

E nos pés, meu coturno da Imporium, fiel companheiro. Preto, com fivelas na lateral e um ótimo saltinho, que ajuda a não forçar o calcanhar, deixando o ‘pisar’ confortável e pronto pra aguentar qualquer tranco! Enfim, o look super Di e a cara da estação!

Abaixo, minhas inspirações:

1 – Audrey em Paris em 1957, usando um vestido lindo de poá
2 – Um ad da década de 1940 de coturnos e botas femininas
3 – Clique de 1945, quando as mulheres foram pra rua trabalhar durante a guerra
4 – Jovens em 1969 usando meias 3/4

 

<3

29 05
Cultura / Viagem

Chegando na Cidade Luz | #DiERicaEmParis

Por Diana Monteiro

Abril foi um mês mais que especial pra mim. Realizei o sonho de viajar pra França com o Rica e vivemos intensamente a vida dos parisienses por duas semanas e pouco. Depois de tudo o que passamos nos últimos anos, poder realizar isso está além do que posso expressar. Depois do projeto #11AnosDiRica, era hora de criar um novo, por isso nasceu a série #DiERicaEmParis! Além de posts aqui no blog, to editando vários vlogs e vídeos da cidade luz e arredores pro canal do blog (aproveita pra se inscrever). Vamos lá!

Trabalhei até 1 hora antes de embarcar. Conseguir deixar tudo aprovado e feito pra poder curtir as férias foi um desafio e tanto. Por isso, viajei praticamente virada. Mas como estava muito feliz, sorrindo de orelha a orelha, só fui sentir esse cansaço no dia seguinte, quando já estava em Paris. Não curto muito avião e só de pensar no fato de ficar 12 horas direto voando fiquei com calafrios. Por sorte, essa vez foi muito mais tranquila do que a primeira que fui pra lá, em 2012. Comi tudo o que tinham e ofereciam, vi mais de cinco filmes, séries e fiquei conversando com a sueca que sentou do nosso lado. Fomos de Airfrance e, além do atendimento da equipe de bordo, gostei bastante do menu, que normalmente não é lá aquelas coisas…

Nem acreditei quando ouvi a atendente da imigração dizer ‘Bienvenue à Paris’, carimbando meu passaporte. Eu estava lá, mais uma vez louca pra sentir o cheiro peculiar vintage da cidade, ver as nostálgicas cores e sentir aquela explosão de sabores, e tudo isso ao lado da minha pessoa favorita. < 3

Contratamos a empresa França Entre Amigos, composta por brasileiros, que possui diversos serviços, como roteiros personalizados e translados. Fomos recebidos pela Erika, que estava nos esperando no gate de desembarque com a plaquinha com meu nome. Eu simplesmente amei o atendimento e a Erika, não poderia estar mais feliz com a nossa chegada. Todos os carros da empresa são ótimos, andamos em um Monospace Peugeot 5008, o que foi ótimo já que estávamos com duas malas cada um e iríamos voltar com três cada. Nó video abaixo eu falo mais sobre o serviço. Falarei deles em outros posts e vídeos, já que gostamos tanto e acabamos contratando eles outros dias.

Chegamos no hotel e fui deitar depois do banho, pois estava a dois dias sem dormir (apenas com cochilos rápidos). Três horas depois nos arrumamos e fomos direto pra Paris City Vision à pé, pra comprar logo os passeios que queríamos fazer fora da cidade e os ingressos dos museus, assim não perderíamos tempo nas filas. Queria muito que o Rica tivesse a mesma visão de Paris que tive quando fui a primeira vez, atravessando o Rio Sena, passando pelo Louvre até a Rue de Rivoli… Fiz as fotos ‘ridículas’ (como diz a Mirella, do canal Travel and Share, que adoramos) na frente da pirâmide, ouvimos músicos locais e seguimos.

 

Ficamos hospedados no Hotel Des Grands Hommes, na Place du Pantheon, então tínhamos que andar um bocado por lá, o que foi ótimo! Em breve, vídeo do tour do quarto.

Depois voltamos em direção ao hotel, mas fomos por dentro do Quartier Latin, pois estávamos famintos e fracos, e tava querendo levar o Rica no La Citrouille, primeiro restaurante que tinha ido anos atrás. Pedimos o cardápio formule, que inclui entrada, prato principal e sobremesa. A maioria dos bistrôs e restaurantes do bairro são assim, tanto do lado direito e esquerdo da Saint Michel.

De lá fomos pra patisserie Un Dimanche à Paris e escolhemos dois doces: um ecláir du chocolat e um Paris-Brest de notre. Preferimos comer no hotel pra degustar melhor e sem pressa, mesmo porque tínhamos comido tão bem no bistrô, que precisávamos esperar um pouco… rs! Voltamos caminhando pro hotel, vendo região e lojinhas, embora já tivessem fechadas. Depois de arrumarmos as roupas no armário e cômoda, organizamos os tickets, o roteiro e capotamos na cama.

Pra ver o vlog do nosso primeiro dia por lá, é só clicar play, curtir e assinar o canal!

Continua…

24 05
Cultura / D.I.Y

Mini Museum of Ice Cream

Por Diana Monteiro

Cores, texturas, combinações inusitadas, criatividade, diversão e motivos retrôs/gastrômicos me fazer suspirar, literalmente. Por isso seria impossível não gostar do que eu faço, AMO PRODUZIR! É uma pena que no Brasil os criadores e produtores que amam colocar a mão na massa, misturando design com prop styling e fotografia, não são incentivados como deveriam, é difícil ganhar a vida com esse tipo de trabalho por aqui. Mas sou persistente e acredito no meu, sei que um dia chegarei lá…

Mas vamos ao que interessa! O post de hoje é especial, pois tem a ver com sonhos. Sabe aquelas ideias que você tem mas acredita ser impossível de concretizar? Hiperativa do jeito que sou e considerada ‘maluquinha’ pelos meus gostos diferentes (o mundo ainda tem muito pra evoluir…), imagino sets, fotos, temas e lugares que transmitam sonhos. Quando digo sonho, tento abranger tudo, desde a vontade de estar e viver nesses lugares, como me transportar pra um universo cheio de cor, divertido e muito prazeroso de estar. E não é que um desses lugares existe? E ele se chama MUSEUM OF ICE CREAM.

Inaugurado no final do mês passado, o Museu do Sorvete, que é um projeto itinerante e agora está na Califórnia, em Palm prings, é o lugar mais concorrido para se estar atualmente. Isso porque a procura pra passar uma tarde lá foi tão grande que resolveram postergar a exposição até junho. Os ingressos são vendidos online, e teve sold out no primeiro dia. Desde a abertura, o Instagram (aproveita pra seguir o meu) foi inundado de sprinkles, com uma foto mais linda que a outra, das mais diversas instalações saborosas que podemos ver por lá, participantes do universo da sobremesa deliciosa. É pra surtar! Imagina um lugar onde os sabores são misteriosos, as coberturas são brinquedos e a estética visual é o personagem principal!

Infelizmente não podemos realizar todos os nossos sonhos e embora esse lugar incrível exista, ir pra lá está além do meu alcance… Mas como tudo na vida, esse desejo também tem uma alternativa! Já que não posso visitar o museu, por que não criar a minha versão em miniatura? Tinha a certeza que o processo de produção seria gostoso, além de ser um desafio pra reproduzir as minhas três instalações favoritas. E não é que deu certo? Muito isopor, papéis, cola, tintas e claro, muuuita paciência.

 

GUMMY BEAR ROOM

(foto do site uncoverla)

De todo o ambiente Gummy Bear do Museu, pelo que vi nas fotos que pesquisei, a parede com as luminárias foi o que mais me chamou atenção, tanto que adoraria ter uma parede assim em tamanho real aqui em casa. Faria fotos todo dia em frente dela! Rs

Se tem algo que me faz sorrir é uma balinha de urso! Além de remeter minha infância, acho a bala nostálgica e divertida. Não comer enquanto pegava os ursinhos pra pintar foi difícil, mas consegui resistir a tentação e finalizar com êxito!

 

SPRINKLES POOL

(foto Maya Sugarman/kpcc)

Mergulhar numa piscina repleta de sprinkles, como não querer? Essa instalação foi a mais difícil de fazer, isso porque foi complicado achar os materiais que eu precisava aqui em casa, só tive que comprar os granulados coloridos. Achar um jeito de montar a estrutura também, porém foi disparada a minha favorita! \o/

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02 05
Fotografia / Moda / Reflexão

Posei pra Luiza Potiens | #ProjetoMeninaFlor

Por Diana Monteiro

Chega de férias, né? Depois de curtir demais a viagem (segue lá meu insta pra ver as fotinhas) e uns dias off, achei que já tava na hora de tirar o pó aqui do blog! Depois da série #11AnosDiRica, é hora de começar a nova, a #DiERicaEmParis, que já está no forno! A partir da semana que vem, vídeos, vlogs e muito conteúdo sobre a cidade a luz e seus arredores.

Mas vamos voltar pro assunto do post…
Há quase um ano atrás eu tive o prazer de receber aqui em casa a Luiza Potiens, fotógrafa que admiro muito e que hoje posso chamar de amiga. Além dos trabalhos por aqui, a Lu aproveitou pra fotografar meninas/mulheres lindas pro projeto que tanto gosto, o #meninaflor. Quando estávamos combinando o editorial-capa que fizemos pra edição 33 da Valentina Mag, o convite surgiu! E desde esse dia fiquei pensando se realmente toparia ou não.

Durante toda a minha adolescência fui cobrada, mesmo que de forma discreta e leve algumas vezes, a ter um comportamento ‘X’ por parte da família. “Por que você não pinta a unha?”, “Você tá parecendo um menino com essa roupa e esse gorro”, “A maquiagem tá muito chamativa”, “Se você continuar a usar essas roupas não vai cativar os meninos…”. Pois é, dá até preguiça de falar sobre isso de novo aqui no blog, mas a verdade é que participar desse projeto foi muito importante pra mim. Logo depois dele, grande parte da armadura que ainda vestia caiu e desde então venho fazendo looks do dia por aqui e nas redes sociais. Claro que achei um jeito diferentão pra fazer, mas só o fato de não me sentir mais envergonhada ao me ver em uma foto, respiro aliviada.

Por crescer cheia de dedos, de “sugestões” e cobranças machistas, desenvolvi um problema sério e chato de auto estima. Eu, que sempre fui contra estilos, assuntos e ideais que acreditava não fazer parte de mim, sempre em busca do diferente, sofri um bocado, pois acabei aceitando certos padrões que são até hoje impostos pela sociedade. Sem perceber fui absorvendo tudo e metade de mim não permitia que eu fosse feliz.

Sempre quis ter um blog, postar looks criados por mim, mostrar minhas referências, mas sempre fui podada pela maioria que estava em volta. Sempre ouvi que estava gordinha, dentuça, estranha com certa combinação de cor e peças… Enfim, aquela história que todos já devem estar cansados de ouvir, mas que infelizmente é muito comum e corriqueiro com 90% de meninas e mulheres no mundo todo.

Só de uns anos pra cá que resolvi tratar isso e dar a devida atenção, e por mais que eu trabalhe a mais de 10 anos na moda, só agora sinto que estou usando ela como sempre quis.

O mais curioso é que atualmente estou feliz comigo, com meu corpo e estilo. Na época das fotos, estava em um conflito interno que estava tirando meu sono, potencializando minha ansiedade. E por mais que eu estivesse quase 10 quilos a mais nessas fotos, estou nesse momento sorrindo de orelha a orelha, muito feliz com o resultado. Isso porque estou linda, e bem comigo mesma. O peso é meramente ilustrativo, e claro, pura chatice.

Podemos e somos lindas do jeito que quisermos. E me permitir isso foi uma das maiorias conquistas que tive nos últimos anos. Minhas melhores amigas são consideradas plus size e são tão lindas e seguras de si, que só comprova que o tamanho é apenas um ponto de vista. Preferimos agir, pensar e sentir por nós mesmas ou seguir pessoas limitadas e superficiais que não conseguem viver fora da caixa?

E com esse pensamento, acordei com o coração na boca no dia das fotos, escolhi o vestido que mais gosto, chamei a Nata Di Paula pra fazer minha make e cabelo, do jeitinho que adoro usar e pronto, me posicionei na frente das lentes da Lu. O incômodo foi indo embora aos poucos e comecei a me sentir extremamente confortável. Claro que isso também se deve ao fato da forma que a Lu trabalha, que é incrível. E seu olhar profissional, que ao meu ver, é inspirador, sempre transmitindo sentimentos através de suas fotos. Pelo menos sinto isso em praticamente todas as do projeto. Sempre me contam uma história, por mais curiosa, diferente e estranha que possa ser na minha cabeça. rs

Todas as minhas “falhas”, ou o que eu considerava falha de fato estão expostas nas fotos, porém não me incomodam mais. Afinal, só eu realmente as via. Eram nada mais do que reflexos, provenientes dos julgamentos dos outros. E quando a gente entende que nada disso importa, a felicidade vem de forma avassaladora, nos deixando leves e sorridentes.

O meu quarto serviu de cenário, estava no meio do processo da reforma (ainda nem tinha feito a porta rs), não tinha nem uma semana que tinha colocado o tecido na parede com o Rica. Estava louca pra estrear a padronagem em alguma foto e fiquei empolgada quando vi que seria com o #projetomeninaflor. Azul e verde mint são minhas cores favoritas e achei que o vestido, assim como o buquê, ornaram de forma harmônica com o restante. E como a Lu tem o gosto muito parecido com o meu, mostrei tudo pra ela antes dar o ok (nada como o olhar de uma fotógrafa, não é mesmo?).

As flores são da Varanda Flores, empresa que a Ana comanda com o maior carinho do mundo. Seu trabalho é inspirador e além de ouvir suas (seus) clientes, ela dá sugestões e monta arranjos de fazer qualquer uma (um), mesmo não sendo aficcionada (o) por flores, se apaixonar!

Depois das fotos em casa, fomos pro Jardim Botânico e finalizamos lá, no meio daquelas árvores e plantas incríveis. O look mudou, porém resolvi seguir com a cartela clara e pastel, apostando em peças nudes. Como tenho alma de parisiense, não pude deixar de colocar uma blusa listrada. rs

Como uma flor, me senti mudando, evoluindo, e no momento me vejo dentro de um processo pessoal, uma jornada que ainda não tem nada de concreto, ainda bem. Porém estou aproveitando cada minuto de descoberta e da minha nova fase.

Pra ver todas as fotos na íntegra, é só clicar aqui -> http://luizapotiens.com/dianamonteiro

Obrigada, Lu! <3

10 04
Looks / Moda

Look Di Páscoa

Por Diana Monteiro

Oie! Mesmo eu não conseguindo produzir os conteúdos de páscoa que havia inserido no cronograma, pelo trabalho acumulado que tive antes de entrar de férias, um look não poderia faltar. Ele é bem propício pra época, mas uso qualquer mês do ano! Pra mim é atemporal.

Como disse nesse post aqui, sou completamente apaixonada por pijamas! São confortáveis, divertidos e as melhores peças pra ficar em casa, além de dormir, claro! Tenho esse de coelho rosa desde o final de 2014, comprei online na Forever 21 e mandei entregar no hotel de uma amiga que estava viajando. Ela me mandou mensagem na hora quando abriu a encomenda pra guardar as coisas na mala, super preocupada pra confirmar se realmente o pijama fazia parte do pedido. Depois que confirmei, falou: “Tão você”! hahaha

Não sei vocês, mas usar ele numa sexta-feira de noite depois de uma semana cheia pra ver netflix na cama, é sinônimo de felicidade! Aconchegante e tão confortável… eu que amo programas caseiros, é um prato cheio!

O pijama vem com capuz, com o rosto do coelho, além de orelhas compridas cinzas, que finalizam perfeitamente o look. Sempre que tenho oportunidade uso com, principalmente quando o Rica resolve usar o ar condicionado com força. Fico protegida, quentinha e divertida! Rica volta e meia ri quando me ve andando pela casa, e às vezes se assusta, até entender que sou eu com um pijama de coelho rosa (ainda mais nomeio da madrugada)…

Feito de algodão, daquele bem molinho, o macacão vem com detalhe na frente em branco (que é barriga), com botões, o que ajuda muito na hora de ir no banheiro no meio da noite. Praticidade, a gente vê por aqui! É de manga e calça comprida, com punhos larguinhos e soltinhos no tornozelo. Nada pegando e incomodando, é perfeito!

Já vi vendendo alguns similares na Forever daqui, mas achei o preço salgado, visto que paguei U$19 na gringa. Se eu não me engano o de pinguim (mesmo material) estava R$149.

@maisondadi no instagram