16 08
Moda / Reflexão

BDay | 34 invernos

Por Diana Monteiro

Oh, yeah! Ontem fiz 34 invernos e não poderia estar mais feliz comigo. Livre de qualquer cobrança e peso, posso dizer que a transição pra nova idade foi simples, leve e maravilhosa! Por isso, resolvi dividir com vocês 34 fatos que vivi e absorvi no último ano, e que carrego comigo atualmente!

1 – aprender a gostar do dia do seu nascimento, independente dos acontecimentos passados desse dia
2 – fazer o bolo do sabor que você quiser, mesmo se as pessoas detestarem a sua escolha
3 – ver que não tem problema algum você não estar vivendo algo que imaginava viver nessa idade
4 – comprar uma roupa pra usar no dia do aniversário. É bem interessante ver como seus gostos podem ou não mudar ao longo dos anos
5 – não ter medo de falar o que pensa
6 – não ter medo em tentar migrar para uma nova profissão
7 – sorrir de orelha a orelha ao receber ligações e mensagens de felicitações dos seus amigos de infância, mesmo estando morando longe e não se vendo há um bom tempo…
8 – é normal amar ganhar presentes, não importando se é um cartão com uma mensagem clichê e fofa ou uma uma tv
9 – que rir é uma das coisas mais gostosas do mundo, não importando se os outros acham suas piadas/assuntos bobos, não-cultos ou normais

10 – abdicar de muita coisa pra conseguir realizar sonhos 
11 – se surpreender com nós mesmos. Quando você acha que não vai conseguir superar algo, por mais impossível que pareça ser, você não desiste e gasta toda a sua energia lutando contra um pensamento pessimista. E por mais que demore meses, e às vezes anos, você começa a ver e acreditar na força que tem
12 – se interessar pela vida dos outros, sempre perguntar como estão. Nunca sabemos o que o outro está vivendo ou passando, se importar é essencial
13 – acreditar no meu trabalho foi fundamental pro meu processo de cura. Não desistir foi necessário pra chegar no momento onde estou hoje
14 – de dez amigos, apenas três realmente se importam com você quando perde alguém pro outro plano. É curioso ver como a maioria não sabe lidar com a morte
15 – não aceitar sarcasmos e ironias de pessoas que tentam te diminuir pra se sentirem menos inseguros. Sempre rebaterei tudo que achar necessário
16 – ficar feliz pelos outros, quando as pessoas viajam ou resolvem se mudar pro Canadá
17 – fazer fotos divertidas e as vezes nonsenses, apenas pra se expressar
18 – é possível conhecer alguém virtualmente e ela se tornar uma das suas melhores amigas, além de melhor parceira profissional
19 – cuidar da alimentação pra ter saúde
20 – aproveitar ao máximo as pessoas que amamos, pois elas podem ir embora no minuto seguinte


21 – ter uma vida saudável mas nunca negar aquele doce que tanto ama! Aproveitar os prazeres da vida também nos dão energia
22 – se vestir diferente do que é tendência só nos torna mais especiais e únicos
23 – falar eu ‘te amo’ pro seu parceiro/parceira todo dia, nas mais diversas e curiosas horas
24 –
 não potencializar discussões e problemas pequenos… Não valem a pena
25 – amar balões cada vez mais
26 – entender e aceitar que algumas pessoas não fazem mais parte do seu universo, por mais que tenham sido presentes por muitos anos. E que tá tudo bem não querer elas no seu dia a dia
27 – gostar de ficar sozinha. Esses momentos são ótimos pra gente se conhecer melhor


28 – se a aceitar e chutar a timidez de vídeo/foto pra escanteio
29 – amar dançar Bruno Mars e Beyoncé sem medo de ser feliz (mesmo que demore algumas semanas pra pegar e entender a coreografia completa no youtube)
30 – olhar pro Rica na França e sentir a sua felicidade em sua máxima potência
31 – aceitar trabalhos que me desafiem pois sem eles não evoluo
32 – se tratar bem e não cobrar atitudes a respostas que não possui no momento
33 – sorrir ao perceber que o momento mais feliz do seu ano foi quando andou em um carrossel manual de ferro de 1877, com o seu amor te olhando e se divertindo tanto quanto você
34 – ficar feliz todo dia ao acordar, principalmente no dia seguinte que completou 34 anos. A nova fase se inicia e com ela, uma nova vida

 

Tive a ideia das três ‘Di’ por amar o trabalho da fotógrafa Jamie Beck, que faz autorretratos com montagens incríveis. Mas pra primeira vez fazendo esse estilo, resolvi chamar a Erika Pozzan pra me ajudar no processo! Os cliques ficaram ótimos, só sofri um pouco pra editar, mas acho que pra primeira vez ficou ótimo! Gostei tanto do resultado que já anotei ideias de fotos pra fazer até o final do ano! Em breve, mais aqui no blog…

31 07
Moda

Review | Lenscope

Por Diana Monteiro

Se tem algo que eu adoro fazer, são reviews de serviços e produtos. Por isso, cá estou com a minha mais nova aquisição: minhas novas lentes!

Desde pequena quis usar óculos e hoje não vivo sem eles. Quem disse que desejos não podem se tornar realidade, não é mesmo? Mas vamos ao que interessa! Recentemente resolvi testar um serviço bem diferente do que estou acostumada. Amo fazer compras online, mas até então não tinha comprado lentes sem ser em óticas físicas.

Sabe aquele sorriso de orelha a orelha que você vê surgindo no seu rosto? Pois bem, foi assim que aconteceu quando recebi em casa meus óculos com as lentes novas. Estou falando da Lenscope, que tem como proposta apresentar uma nova forma de fazer lentes para óculos, com aquela comodidade que gostamos, além de valores acessíveis e serviço rápido.

Eu mesma fiquei na dúvida na hora de fazer o pedido pelo site, mas depois de passar por todo o processo, provavelmente não farei mais de outra forma! Depois de fazer a visita anual do meu oftalmo, vi que precisava atualizar minhas lentes e como já estava desde 2015 com a mesma armação, resolvi trocar. Afinal, mudanças são ótimas, nos renovamos e evoluímos! Foi aí que a busca começou, fiquei em dúvida em vários modelos e acabou que escolhi uma antiga minha, que na verdade eram óculos escuros e que usava muito nas minhas produções.

Foi aí que tive o grande receio: será que eles fazem lentes pra qualquer armação? Entrei no site e rapidamente fui respondida. O processo é o mais didático possível, além de fácil e objetivo -> selecionei minha faixa de grau, criei ali na hora minha conta, anexei a receita do oftalmo e pedi pro Rica tirar uma foto minha com a armação que eu queria as lentes. Isso porque eles precisam medir a DNP (distância naso-pupilar). Não precisa arregalar os olhos, é muito mais simples do que parece e no próprio site você vê como deve tirar a foto, eles explicam em vídeo.

Eles simplificaram todo o processo dividindo todas as opções que existem em apenas 2 opções: lentes para baixo grau e lentes para alto grau. Todas as opções já contam com antirreflexo, antirrisco e proteção UV. Mais mastigado que isso, impossível, né?

Se você mora em São Paulo ou Campinas, a própria Lenscope faz a coleta dos seus óculos e ainda entrega, por bicicleta e sem custo. No meu caso, que moro no Rio, enviei por correio. Assim que chegou lá, me informaram por email o recebimento e começaram a montagem das lentes na minha armação. Recebi uma semana e pouco depois. Amei!

Mas caso você não goste, a Lenscope dá até 100 dias para a pessoa provar as lentes e ver se adaptou. Caso não, eles devolvem o dinheiro das lentes.O que é ótimo, ainda mais se tratando de lentes novas. Eles também contam com opções de lentes fotossensíveis (aquelas que escurecem no sol) e também com lentes escuras com grau para óculos de sol em diferentes cores. Tá tudo lá no site. E aqui você encontra várias dicas pra você ter o óculos perfeito!

Gostou e quer fazer a suas novas lentes na Lenscope? Então sorria pois tenho um cupom pra você, no valor de R$30. \o/

15 06
Cultura / Viagem

Rodin, d’Orsay e Champs Élysée | #DiERicaEmParis

Por Diana Monteiro

A ansiedade e excitação era tanta de estar em Paris que demorei um bom tempo pra conseguir dormir. Tanto que não acreditei quando ouvi o despertador tocar. Mesmo muito cansada era impossível ficar de mau humor no segundo dia (oficialmente primeiro) de viagem.

Fiz surpresa pro Rica e na noite anterior pedi um café da manhã. Estava no banheiro me maquiando quando bateram na porta às 8h. A fome era tanta que fui correndo comer. Confesso que minha esoclha não foi uma das melhores, pois não como carne de porco, mas com pãozinho, manteiga produzida no interior da França, geleia, um queijo absurdo de bom, suce de grapefruit e chocolate quente não tem como reclamar, não é mesmo? Lanchamos com calma, ouvimos música e terminamos de organizar o roteiro do dia.

A primeira parada do dia foi o Museu Rodin. Tinha muita vontade de conhecer e, além de ultrapassar minhas expectativas, foi uma ótima decisão começar oficialmente os passeios culturas da viagem por ele. O museu possui uma grande parte ao ar livre e ao chegar lá, você tem duas opções: conhecer tudo ou simplesmente pagar mais barato pra passear nos jardins. Escolhemos o pacote completo e não nos arrependemos.

Infelizmente tive um contratempo: quando fui configurar minha câmera no timer pra fazer uma foto minha e do Rica, sem querer mudei a qualidade das fotos e em vez de deixar raw, não sei porque selecionei jpeg em baixa. Ou seja. A partir de determinada hora no Museu do Rodin só tive fotos em baixa qualidade. Passei o resto do dia fotografando tudo, porém sem perceber a configuração errada, até o dia seguinte… Mas tudo bem, filmamos bastante! \o/ E outra, tenho tudo na memória!

Gostamos tanto do museu que ficamos mais de três horas vendo tudo! O Pensador, a Porta do Inferno, As Três Sombras e todas as artes, obras e esculturas do August Rodin. Incrível!

De lá fomos pro d’Orsay e no caminho vimos a Basilique Ste Clotilde. Depois de curtir um pouquinho a praça em frente à igreja, seguimos pra próxima parada. Com fome e receosa pelo curto horário pra fazer tudo, decidimos comer e fomos ao Le Restaurant, que fica no segundo andar do d’Orsay.

Resolvi apostar num almoço temático e escolhi cogumelos! De entrada, a sopa mais deliciosa que já comi na vida, feita com leites de amêndoas, cogumelos, temperos que não faço ideia quais são… hahaha E de prato principal, um risoto com mix de cogumelos ao vinho tinto, folhas e uns crocantinhos, que também não faço ideia do que eram. Só sei que estava tudo muito gostoso.

Pra mim o Museu d’Orsay é o mais bonito de Paris. Ele é amplo, iluminado, lindo e te faz voltar no tempo pelas instalações vintage, que serviram pra nutrir a cidade no início do século XX, já que ali era uma estação de trem.

De lá pegamos um uber e fomos pro topo da Champs Élysée, lá no Arco do Triunfo. Fizemos a clássica foto, passeamos pela nostálgica rua. Por fim, fomos pra Saint Germain, jantamos um crepe delicioso e voltamos pro hotel descansar.

Pra ver o vlog do nosso segundo dia por lá, é só clicar play, curtir e assinar o canal!

Continua…

04 06
Décor

Anthropologie | Decor retrô para Living Room

Por Diana Monteiro

Achar móveis e objetos com ares vintage/novelty não é uma tarefa fácil aqui no Brasil. Vejo muito móvel caricaturado por aí e por mais que tenhamos a Tok Stok, Westwing e a Etna como grandes referências, ainda sou carente de mais opções. Veja bem, adoro todas as 3 lojas e aqui em casa 80% da decor é da Tok Stok, mas sempre me derreto quando quando vejo na gringa.

Navegando pelo Pinterest (aproveita pra me seguir por lá) achei um poltrona-desejo incrível e quando cliquei pra ver de onde era, me deparei mais uma vez com o site da loja que sou apaixonada, a Anthropologie. Quando vi a coleção nova de decoração, me vi com dor na bochecha, de tanto que tava sorrindo. Isso porque as opções de móveis com referências 60s, escandinava retrô, art deco e novelty são diversas. Gostei tanto que resolvi fazer um post mostrando meus favoritos pra colar num living room:

A maioria dos móveis do site são feitos por encomenda, às vezes levando mais de um mês na produção. Fato que se eu morasse fora montaria a casa dos sonhos com tudo deles. Como não pensar no aparador de cima na sua sala de estar? A forma artística cumpriu bem a função literal no móvel de madeira artesanal – com troncos de árvores aninhadas esculpidos. É como se tivéssemos uma floresta dentro de casa, lindo!

Convenhamos que as cores das paredes foram escolhidas de forma que viajemos no tempo, né? Tão retrô e atemporal, como se tivéssemos mergulhado no universo do Wes Anderson. Nessa mesa de centro, unção, forma e flores em conjunto, mostrando que a primavera pode e precisa ser tema de um ambiente durante o ano todo. Com pétalas de mármore e emolduradas em hastes de bronze polido, me remete à década de 1960, onde padronagens de margaridas e flores similares faziam sucesso entre os apaixonados por interiores.

Acho que determinados objetos que abusam da técnica do matelassê ficam muito nostálgicos. É o caso desse sofá mostarda, quase como um canto alemão, com a diferença dos materiais e referências. As pernas são de latão fundido no estilo 50s/60s, trazendo aquela modernidade retro que tanto gosto. Como devem ter percebido, adoro veludo, acho que é um material perfeito pra ser usado em sofás e poltronas, te abraça!

Starburst é um dos grandes símbolos da década de 1960, detesto repetir a mesma coisa mas preciso dizer que sou viciada em tudo que tem essa estrela icônica. Obviamente essa mesinha redonda não poderia ser diferente. De madeira com tampo de mármore, o starburst na cor dourada preenche o centro do tampo, criando uma geometria inspiradora. Amor à primeira vista.

Por mais que o mármore (é o tampo do móvel acima) esteja em pelo menos 5 peças de cada loja de decor do mundo, pela tendência minimalista e escandinava, é interessante perceber que ela pode ser inserida em lugares fora do comum. Como o caso desse buffet, que mescla o estilo de 1960 com o movimento art déco. Espelhado, com quinas arredondadas, exala sofisticação, ainda mais se o cômodo tiver madeira, pra se destacar de forma harmoniosa.

Apelidaria esa poltrona de Almodóvar, pelo simples fato de me remeter ao universo kitsch. Ousar na escolha de cores e padronagens é algo que sempre fez refletir e só de um tempo pra cá que finalmente resolvi aplicar no meu trabalho. O fundo dessa estampa floral é mint, o que cria aquele ar nostálgico que vemos muito Mad Men. Como não gostar?

Depois de ler a descrição da mesa no site, não pensei duas vezes! Faria posts com receitas de drinks semanalmente com ela caso tivesse. Um pavão que orgulhosamente mostra sua plumagem, pronto para mostrar velas, cocktails e revistas. Um charme!

Originalmente construída para bloquear o frio na era colonial, essa poltrona teria um ótimo conteúdo histórico na sala. De veludo em rosa quartz e com estrutura de lado, é ideal para cantos, ainda mais se no tiver uma lareira. Os pés de garra em madeira dão o toque especial à peça, né?

E por último, a mesinha de centro com inspiração op art, ao meu ver. Estética minimalista com a clássica combinação bicolor, super moderna!

03 06
Gastronomia

O Primeiro Bistrô Browne

Por Diana Monteiro

Ontem o Rica resolveu chamar quatro amigos pra fazer um jantar e, como uma grande amante de temas e produção, criei o nome #BistroBrowne. Pra quem ainda não sabe, o sobrenome do Rica é Browne (não é a mesma nomenclatura da sobremesa brownie, só pra ficar claro… rs) e achei legal criar um nome pra esse ‘evento’ aqui em casa, que estamos querendo fazer mensalmente.

Dessa forma poderemos chamar outros amigos, papear, passar um tempo com eles, jogar, beber um vinho e claro, comer as delícias que o Rica fizer. Ser casada com um chef tem lá suas vantagens e embora ele trabalhe demais, sempre tem algo diferente e especial na geladeira… rs.

Quem me segue no Instagram viu que postei o processo do jantar no stories, desde a mise en place até finalização dos pratos. Mas como só duram 24 horas, resolvi tirar algumas fotos pra mostrar com detalhes o menu da noite.

Sou viciada em programas de gastronomia e sigo diversos canais no youtube do assunto, e confesso que gostaria de botar mais minha mão na massa. Mas como o Rica tem o ritmo dele, acabo atrapalhando… kkkkk. Ele pede pra eu cortar a cebola e eu juro, acredito que to indo até rápido, mas quando percebo ele já fez 15 coisas nesse meio tempo. Então prefiro só fotografar e ficar do lado, pra caso ele precise que eu pegue algo.

Pra criar um clima de bistrô, achei legal montar uma mesa simples e intimista, do estilo que vivenciamos na nossa viagem à França. Meia luz, velas na mesa, toalha de linho com ares vintage e, pra dar um charminho, fiz identificadores com os nomes dos convidados. Assim todos saberiam onde se sentar e criaria aquele sentimento de aconchego, que abraça.

De entrada o Rica escolheu fazer uma salada. Sou suspeita pra falar sobre ela pois adoro comida agridoce e inserir frutas em pratos. Alfaces variadas, rúcula, tomate sweet grape confitado, abobrinha grelhada, morango e lascas de grana padano, tudo arrematado com o vinagre de laranja da Maille, que trouxemos de viagem. Uma deliciosa explosão de sabores.

O prato principal não foi diferente e a escolha dos ingredientes foi um grande sucesso. Arroz de pato, pimentão vermelho assado, cebola roxa, alho, nirá (amo), ceboulete, salsa, gergelim branco e linguiça fina defumada. A carne foi cozida com mirepoix + bouquet garni, depois com um pau de canela e vinho tinto seco.

A sobremesa foi o meu ponto mais alto, porque né, sou uma mulher de doces. hahaha Como não vibrar e comer apertando os olhos uma mousse de coco com textura (pelo coco fresco ralado dentro) com coulis de frutas vermelhas (framboesa, cereja e amora)?

Tudo isso acompanhado de vinho tinto e o mais gostoso da noite na minha opinião, o rosé que trouxemos de Chenonceau . Gostei tanto da noite que já comecei as minhas listinhas de convidados pros próximos.

@maisondadi no instagram